RIO - Era sexta-feira, 10 de maio. Duas pessoas
saíram na hora do almoço para comprar lanches no McDonald’s para toda a
equipe. De repente, depois de uns dois goles do suco de laranja, Camila —
que prefere não ser identificada pelo sobrenome — nota algo preto
boiando na bebida. Abriu a tampa e olhou com mais cuidado: uma peça
plástica, tipo um cano, com um parafuso dentro, de cerca de 15
centímetros, disputava espaço dentro do copo plástico transparente com o
suco.
— Joguei o suco fora na hora. Havia um cano dentro do copo. Era branco e tinha uma borracha preta. Era uma parte da máquina de suco. Como o funcionário do McDonald’s não viu? Não percebeu que algo caiu, não sentiu falta do cano? Dava para ver. Ele batia no copo — indaga Camila, que imediatamente tentou contato telefônico com a loja, na Rua São José, no Centro do Rio.
— Joguei o suco fora na hora. Havia um cano dentro do copo. Era branco e tinha uma borracha preta. Era uma parte da máquina de suco. Como o funcionário do McDonald’s não viu? Não percebeu que algo caiu, não sentiu falta do cano? Dava para ver. Ele batia no copo — indaga Camila, que imediatamente tentou contato telefônico com a loja, na Rua São José, no Centro do Rio.
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