O
DJ francês David Guetta conseguiu fazer uma boa apresentação no Palco
Mundo e mostrou que o grande número de pessoas não iria deixá-lo
acanhado. Mas não fugiu muito do que já faz em seus shows em lugares
menores.
Agência MBPress
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Show
bastante morno, com a ausência de sucessos que fizessem o público
cantar junto com a banda. A apresentação foi salva pela presença de Paul
Di'Anno, ex-Iron Maiden, que foi ovacionado pela plateia. Sem ele, o
show poderia ter sido um fiasco.
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Máscaras,
mistério e pouca agitação. A banda sueca Ghost B.C. não conseguiu
cativar o público e com um estilo de música comum, fez um show até
sonolento. A apresentação no Palco Mundo poderia ter sido facilmente
passado para o Sunset, o secundário do festival. Pouca qualidade musical
e sem emoção.
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Um
show sem muitas surpresas ou grandes mudanças no set list. Mais uma vez
o Jota Quest fez uma apresentação repetitiva. Mesmo assim, Rogério
Flausino conseguiu animar o público, que cantou praticamente todas as
canções deles. Precisou da presença de Lulu Santos já no final para
tocar com eles “Tempos Modernos” para ver algo novo naquele momento no
Palco Mundo.
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Dentro
do que se propôs a fazer no Palco Mundo, Frejat foi bem e prendeu o
público com canções de sucesso da época em que tocava no Barão Vermelho.
Além de músicas de outros artistas, como Tim Maia, por exemplo. A
novidade ficou por conta do lançamento de sua nova turnê. Mas tirando
isso, o cantor não mudou muita coisa do que já apresenta em seus shows.
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Alicia Keys
A
cantora, como sempre, manda muito bem. Mas não empolgou o público e
errou no visual. Participação da Maria Gadú até que foi legal, mas
também não agitou a plateia.
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Skank
Show
bom, mas composto apenas por sucessos muito antigos. Faltou novidade,
apesar de a banda ter conseguido empolgar e fazer com que o público
cantasse o tempo todo. Foi uma apresentação igual a muitas outras que o
Skank já fez.
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Slayer
Com
um início pouco animado, o Slayer pecou ao não interagir muito com o
público e sem muita emoção aparente. O show pegou um pouquinho mais de
fogo da metade para o fim, quando Tom Araya, vocalista do grupo, se
entusiasmou e levantou a galera. Para quem é fã de carteirinha está de
bom tamanho. Para quem não é tanto assim, pode ser considerado até um
tanto quanto monótono.
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A
ideia era boa, mas faltou um pouco de Cazuza na maioria das
interpretações. A exceção foi Ney Matogrosso, que emocionou o público.
De resto, um show parecido com banda de formatura.
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Alice in Chains
Show
todo certinho, com boa qualidade vocal e instrumental. Mas sem ser
muito empolgante. Levantou o público por tocar músicas já consagradas,
mas não por essa apresentação em si. A falta de comunicação com a
plateia deixou o show frio.
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Capital Inicial
A
banda cantou todos os clássicos e deu ao público o que eles queriam
ver: uma homenagem a Chorão e Champignon, do Charlie Brown Jr., além de
protestar contra a política do País.
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Avenged Sevenfold
Dividindo
atenções e o carinho do público com os fãs do gigante Iron Maiden, o
Avenged Sevenfold subiu ao Palco Mundo para a penúltima apresentação do
Rock in Rio 2013. Apesar disso, os rapazes conseguiram deixar essa
pressão de lado e fizeram um bom show graças ao carisma do vocalista M.
Shadows e da presença de palco dos integrantes da banda. Bom aquecimento
para quem esperava o Iron.
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Jessie J
Carismática
e carinhosa com o público brasileiro. Ela cantou seus maiores sucessos e
ainda interpretou hits dos anos 1980 e 1990, que agradou o público. Mas
pecou ao conversar muito com a plateia, pois acabou perdendo um pouco o
ritmo do show.
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Ivete Sangalo
Ivete
Sangalo é Diva. Ela sabe o que o público que ouvir, sabe se comunicar,
tem carisma e é ousada. Fez um show redondo para aquecer o público de
Beyoncé.
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Phillip Phillips
O
cantor empolgou, deu um verdadeiro show no palco e mostrou que veio
para ficar. Talvez se já fosse mais conhecido do grande público
brasileiro a apresentação tivesse sido irretocável. Isso porque, apesar
da receptividade dos espectadores, em alguns momentos a plateia não
sabia a letra das músicas.
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Matchbox Twenty
A
banda norte-americana Matchbox Twenty buscou cativar o público não só
com o carisma, mas como também no set list. Com hits dos anos 90, o
grupo não decepcionou os fãs e fez uma boa apresentação no Palco Mundo. O
destaque ficou por conta da simpatia do vocalista Rob Thomas, que soube
puxar o público.
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O
grupo britânico Muse não fez nada demais, algo que arrancasse suspiros.
Apesar disso foi um bom show. Estavam seguros no palco e conseguiram
levar bem o grande público do Rock in Rio, sem comprometer o fechamento
do segundo dia de festival no Palco Mundo.
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Sepultura + Tambours Du Bronx
Um
verdadeiro espetáculo com grande sincronia entre o Sepultura e os
músicos franceses – que foram um show a parte. Público demonstrou
empolgação do início ao fim e os artistas fizeram questão de interagir o
tempo todo com os fãs. Os jogos de luzes e a produção da apresentação
também se destacaram.
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Nickelback
A
apresentação levantou o público. O show foi empolgante, fez a plateia
cantar o tempo todo e não esfriou um momento sequer. Foi constante do
início ao fim. Sempre interagindo com o público, Chad Kroeger soube
fazer com que os presentes aclamassem a performance da banda.
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John
Mayer surpreendeu muita gente que ainda não tenha vista um show seu.
Com muita habilidade na guitarra, ele esbanjou simpatia e realizou uma
apresentação com astral elevado.
A
apresentação foi ótima. Cheia de energia e atitude, mas muito mais por
parte do vocalista Jared Leto. A banda foi muito bem, mas o foco estava
nele. O ponto alto do show foi o momento em que o Leto subiu até o alto
da tirolesa e desceu para o delírio de todos. Bom show para quem curte
uma animação.
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John Mayer
Thirty Seconds To Mars
Iron Maiden
Apresentação sem erros, perfeita para quem é fã. mas protocolar.
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Florence And The Machine
Mesmo
com Muse e 30 Seconds to Mars, o melhor show do segundo dia do Rock in
Rio foi de Florende And The Machine. Ela hipnotizou o público com o seu
indie rock, mostrou uma extensão vocal sensacional e não parou um minuto
sequer.
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Metallica
O
show mais esperado no primeiro Dia do Metal. E o Metallica não
decepcionou. Entregou aos seus fãs os grandes hits da banda, em um show
muito empolgante. Talvez a recente participação no Rock in Rio de 2011
tenha deixado no público uma sensação de pouca novidade. Mas,
independente disso, foi um show digno de aplausos.
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Bon Jovi
Foi
fantástico, mesmo sem Tico Torres e Richie Sambora. Encantou a plateia
com seu tradicional charme e fez a galera cantar os diversos hits da
banda. Apresentação memorável.
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3º lugar: Beyoncé
Show
tecnicamente perfeito, que deixou os fãs enlouquecidos logo no primeiro
dia de Rock in Rio. Bey mostrou toda sua força e a razão de ser a maior
cantora da atualidade. Como brinde, o público ganhou a imagem da Diva
dançando 'Passinho do Volante'.
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2º lugar: Justin Timberlake
Ficou
para a última atração o prêmio de melhor show destes três dias iniciais
de Rock in Rio. Justin Timberlake fez uma apresentação irretocável.
Dançando, cantando e empolgando o público. Simpático, transformou a
Cidade do Rock em uma gigantesca danceteria. Os próximos artistas e
bandas a se apresentarem no Rock in Rio terão que suar muito para tirar
de Timberlake o título de melhor show desta quinta edição.
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1º lugar: Bruce Springsteen
Indiscutivelmente
o melhor show do festival. E talvez da história do Rock in Rio. Bruce
Springsteen fez a Cidade do Rock sentir a energia do rock and roll a
todo momento. Interagiu com o público a todo instante, tocou todas as
músicas do clássico 'Born In The USA' e deixou todos boquiabertos com
sua disposição em cima do palco.
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