- Com certeza, acompanharei o caso para cobrar informações da polícia para saber quem tirou a vida do meu filho. Ele era uma pessoa maravilhosa a quem eu chamava de meu Negão. A notícia da morte dele me surpreendeu - disse o músico, muito emocionado.
Além de Marlon, outras duas pessoas foram baleadas. O jovem foi enterrado na tarde desta terça-feira, no Cemitério de Olinda, também em Nilópolis.
- Ele brincou comigo. Era muito extrovertido, adorava jogar futebol. Era um menino de ouro - contou o integrante do Pique Novo.
Ele disse ainda que pediu, assim como a mãe de Marlon, para que o jovem evitasse sair fantasiado de bate-bola no carnaval:
- Mesmo assim, ele resolveu se divertir um pouco e saiu com os amigos para assistir a um bloco em Nilópolis. Quando eles se encontraram com o outro grupo, os integrantes perguntaram de onde era o grupo do meu filho. Mas não deu tempo de ninguém responder. Eles já foram atirando.
Os bate-bolas são pessoas que saem fantasiadas de palhaços estlilizados - os clóvis. Os grupos surgiram no subúrbio do Rio e, no decorrer do tempo, se tornaram rivais. Todos os carnavais, os batalhões da PM e delegacias das áreas onde há a maior concentração de bate-bolas entram em alerta, já que os conflitos, muitas vezes, terminam em mortes.
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